Um plano que é seu
Nível, objetivo, dias disponíveis e volume atual entram; um plano com fases (base, construção, pico, polimento) sai. Sem prova cronometrada? Sem problema — o app estima e diz claramente que é estimativa.
O ZunaRun monta o plano certo para o seu nível e a sua rotina, conduz o treino no Apple Watch com voz em português, e depois explica — em números e em gente — o que aconteceu na sua corrida.
Train. Recover. Evolve.
Não é um gerador de treinos. É um coach de performance.
Existe muito app que cospe uma tabela e some. O ZunaRun faz o contrário: o plano é só o começo da conversa. Ele acompanha como você correu, o que o seu corpo respondeu e como você se sentiu — e mexe no treino a partir disso.
E tem uma regra que não se quebra aqui: a inteligência artificial nunca inventa o seu treino. Quem monta o plano é um motor determinístico, com regras de progressão testadas — a mesma entrada gera sempre o mesmo plano. A IA entra depois, para ler os números que o motor já calculou e te explicar em português o que eles significam.
Onde o app não mediu, ele diz que não mediu. Nada de nota mágica que ninguém sabe de onde saiu.
Do primeiro quilômetro à prova, com o mesmo cuidado de quem entende que a vida acontece entre um treino e outro.
Nível, objetivo, dias disponíveis e volume atual entram; um plano com fases (base, construção, pico, polimento) sai. Sem prova cronometrada? Sem problema — o app estima e diz claramente que é estimativa.
Aquecimento, tiro, recuperação: o Apple Watch troca os blocos sozinho, avisa por voz e vibração, e mostra as telas que você escolheu — ritmo, medidor de esforço, zonas de FC ou o mapa.
Parciais por quilômetro, consistência, deriva cardíaca, zonas de frequência, ganho de elevação e melhores esforços. Planejado × realizado, lado a lado, sem enfeite.
Sono, frequência cardíaca de repouso e variabilidade (VFC), cada um comparado com a sua média recente. Se os sinais pedem calma, o app fala: pega leve hoje.
Cadastre a sua prova e o plano se organiza em volta dela. Prova longe, ciclo completo; prova perto, o app entra em modo polimento no plano que você já está seguindo.
Envia a corrida para o Strava, põe os treinos no seu Calendário, aparece na Smart Stack do iPhone e roda até dentro do app Exercício da Apple. O Apple Saúde é a ponte para Garmin, Oura, Whoop e companhia.
Seu nível, seu objetivo, quantos dias por semana dá para correr e quanto você já corre hoje.
Com regras de progressão que respeitam o seu pico recente — nada de saltos de volume que machucam.
O treino desce para o Apple Watch e roda offline, com áudio e vibração guiando cada bloco.
Cruza o que foi feito com como você se sentiu, escreve a leitura da corrida e ajusta o que vem.
Cada treino chega com o porquê: qual o objetivo do dia, em que ritmo, por quanto tempo, e o que fazer em cada bloco. Corrida leve tem teto de ritmo, não faixa — porque prescrever alvo para dia leve faz todo mundo forçar no calor.
E o calor entra na conta de verdade: se o dia vai bater 30°, o app avisa e oferece afrouxar o alvo. Você decide — ele não muda nada nas suas costas.
Ritmo e distância na principal; medidor de esforço quando você quer só olhar e entender; zonas de frequência; e o mapa do trajeto. Você escolhe quais aparecem e em que ordem — para cada tipo de treino.
O motor calcula tudo — parciais, consistência, deriva cardíaca, execução por bloco, esforço percebido. Só então a IA entra, e ela só narra: o que rolou, um ajuste e uma pergunta. Ela não faz conta e não inventa dado que não existe.
É a diferença entre "seu ritmo foi 6:43/km" e "você segurou o ritmo, mas o coração foi subindo — o esforço foi ficando pesado por dentro, mesmo sem aparecer nas pernas".
Preparação do dia com sono, frequência cardíaca de repouso, variabilidade e respiração, cada um comparado com a sua média. Quando os sinais pedem calma, o app fala em português: pega mais leve hoje.
E, na outra ponta, a carga de treino da semana contra a sua base — a faixa em que a forma evolui com o menor risco de lesão —, os seus recordes e o volume mês a mês.
O ZunaRun guarda o seu plano e o seu histórico no seu iPhone, sincronizado pelo seu iCloud — não temos um banco de dados com a sua vida dentro. Não vendemos dado, não rastreamos você e não usamos nada disso para publicidade.
A leitura escrita pelo coach passa por um servidor nosso e por um modelo de IA, mas só com os números daquela corrida — sem nome, sem e-mail, sem identificador.
Ler a política de privacidadeAinda não. O ZunaRun está em desenvolvimento e vai entrar primeiro em teste fechado pelo TestFlight, com um grupo pequeno de corredores. Se quiser estar nesse grupo, escreva para contato@zunarun.com.br.
Para o treino ser conduzido no pulso — com troca automática de blocos, voz e vibração —, sim. Sem relógio você ainda usa o plano, marca os treinos e recebe a análise das corridas que estiverem no app Saúde, gravadas por qualquer outro app ou aparelho.
Não. O ZunaRun é nativo para iPhone e Apple Watch, e usa a fundo o Apple Saúde, o HealthKit e o WorkoutKit. Uma versão Android exigiria refazer o app do zero — não está nos planos por enquanto.
Funciona, e esse é um cuidado central do app. Sem um tempo de prova, os ritmos são estimados a partir do seu nível e do seu volume — e o app diz que são estimativas, em vez de fingir precisão que não tem. Quando você registrar uma prova, os ritmos passam a ser calculados a partir dela.
O preço ainda não está definido. A referência é simples: os concorrentes internacionais cobram em dólar e não falam português. A ideia é um preço justo em real, para o corredor brasileiro.
Não. A integração com o Strava é de mão única: o ZunaRun envia a sua corrida para lá, e nunca lê dados de volta. Isso é uma escolha nossa e também uma exigência dos termos do próprio Strava.
O primeiro grupo do TestFlight é pequeno e a gente responde um por um. Conte um pouco sobre a sua corrida — nível, objetivo, e se você tem Apple Watch.